Marcado: Candangão 2013

Bolamense x Formosa: E a taça vai para Formosa

O Estádio Augustinho Lima foi palco hoje da festa do mais novo campeão da segunda divisão do Distrito Federal. Apesar de ter ido para o vestiário com o placar em desvantagem o Bosque Formosa voltou melhor na etapa complementar e virou a partida, vencendo no final a equipe do Bolamense por 3 a 1.

Com a vitória de hoje o Forasteiro Atrevido se junta ao Santa Maria – que venceu a equipe do Bandeirante/Novo Gama por 4 a 0 e – para disputar a elite do futebol da capital federal em 2014.

Mesmo sendo o time visitante o Formosa tinha a maioria esmagadora da torcida na arquibancada, torcida essa que cruzou a fronteira e empurrou o time para a vitória o tempo todo. Mas mesmo estando mais organizado taticamente e com mais presença ofensiva a equipe goiana teve um início de partida tímido, tendo como uma única exceção uma bola na trave nos primeiros minutos.

O time do Bolamense, que usou um uniforme diferente do que vinha usando durante o campeonato, trabalhava apenas nos contra-ataques, mas na maioria das vezes de forma atabalhoada. Porém, aos 42 minutos, o time mandante conseguiu encaixar uma jogada de três contra três que obrigou a zaga goiana a frear a investida na base da falta. Na cobrança vinda da intermediária o goleiro Donizete bateu roupa e permitiu que o lateral Daniel Brum pegasse o rebote para estufar as redes e abrir o marcador para o time afro-brasilieiro.

Foi preciso que o técnico João Carlos Cavalo promovesse alterações no intervalo para que o alviverde mudasse o panorama da partida. Logo aos cinco minutos, em cobrança de escanteio, Galego subiu sozinho, escorou para o fundo das redes e empatou a partida.

Demorou pouco para acontecer a virada, toda ela protagonizada pelos dois jogadores que entraram no intervalo do jogo: com 10 minutos da etapa complementar Etinho arriscou de fora da área e acertou o poste esquerdo do goleiro Victor Hugo. Romário, que estava na grande área pegou a sobra e finalizou, para alegria da torcida presente na arquibancada.

O Tsunami do Cerrado fechou a conta aos 18 minutos. Tiago Furlan recebeu a bola sem marcação nenhuma, dominou e finalizou, dando números finais à partida. Apesar da vantagem elástica o técnico do Formosa não recuou seu time, que continuou – obviamente com menos ímpeto – a investir contra a meta do Bolamense, que até buscou oportunidades de diminuir a diferença, porém em determinado momento era nítido que os comandados de Wilson Moreira haviam entregado os pontos, principalmente a defesa que se mostrava desmotivada toda vez que o ataque adversário encaixava uma jogada de perigo.

Com o apito final dado pelo árbitro Rogério Bueno a torcida alviverde invadiu o gramado para comemorar junto com os jogadores o título e o acesso à primeira divisão, coroando uma campanha invicta e irretocável, com seis vitórias e três empates, num total de 21 pontos. Já o Bolamense, cujo presidente Antônio Teixeira sequer compareceu ao estádio, encerra o campeonato na quarta colocação com 14 pontos.

O time goiano se junta à Águia Grená e integra o Campeonato Candango de 2014 no lugar de Botafogo-DF e Brazlândia, rebaixados no certame de 2013.

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Candangão 2013: A trajetória de um campeão

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E o Brasiliense é o grande campeão do Candangão 2013. O título veio depois de uma vitória incontestável diante de um irreconhecível Brasília por 3 a 0. Com o triubfo o jacaré se iguala ao seu adversário com oito conquistas do torneio local. Ambos continuam atrás do Gama, o maior vencedor da competição com 10 títulos.

A vitória amarela não poderia ter um sabor mais especial, pois foi temperada com vários ingredientes: vingou as derrotas que culminaram no título do Colorado na Taça JK, proporcionou a primeira vitória e a primeira volta olímpica no novo Estádio Nacional Mané Garrincha e coroou uma campanha de arrancada promovida pelos comandados do técnico Márcio Fernandes a partir do início do returno do campeonato.

Na partida que consagrou a equipe amarela o Brasília buscou de todas as formas abrir o marcador para assim inverter a vantagem do adversário, não só não deu certo como a tática abriu brechas no esquema tático colorado que permitiram que o Jacaré as explorasse para promover o placar elástico que se verificou. Além disso a marcação amarela não deixava espaços para que o time do avião articulasse jogadas com eficiência, e aí o nervosismo aflorou e comprometeu ainda mais a aplicação tática dos comandados de Gauchinho (e dele próprio inclusive).

E pensar que quando o campeonato se iniciou esse elenco que se sagrou com o título encontrava dificuldades para dar liga. O Brasília que tem um bom plantel não se fez de rogado e se aproveitou para levar a Taça JK, enquanto o Jacaré perdia os confrontos decisivos e empatava e ganhava na dificuldade por placares magros, com apresentações pouco vistosas aos olhos da torcida.

A perda do turno e as apresentações irregulares colocaram Márcio Fernandes na corda bamba, enchendo a imprensa de especulações sobre sua possível queda. Diferente de outros clubes que saíram promovendo uma caça às bruxas no intervalo entre os turnos, o Brasiliense opotou por dar uma chance ao treinador organizar seu trabalho e dispenou apenas jogadores que estavam sendo pouco aproveitados.

O treinador amarelo aproveitou como ninguém a oportunidade e viu seu time promover um returno avassalador, marcado principalmente pela coesão defensiva que rendeu ao time uma invejável marca de sete jogos sem tomar gol. O ataque custou a engrenar – só o fez quando Rodrigo Tiuí resolveu desencantar – mas fazia o necessário para sair de campo com a vitória. E assim o Brasiliense levou o returno de forma inquestionável (aproveitando como ninguém o nível técnico de sua chave) e se credenciando para ir a forra contra seu algoz na Taça JK.

Agora ambos os times se voltarão para as competições nacionais que se avizinham. O Brasiliense tem um time interessante para a disputa da Série C, mas ainda precisa de um zagueiro, um meiocampista, um centroavante matador e, urgentemente, de um lateral esquerdo – calcanhar de Aquiles da equipe.

O Brasília não pode ser visto como um derrotado, pelo contrario, fez uma grande campanha em 2013 (principalmente considerando que subiu como vice da segundona) e pode ter dado um passo crucial para seu soerguimento visto o tamanho da visibilidade que conseguiu por conta de sua trajetória no campeonato, culminando na inauguração do Novo Mané. Deve sofrer um desmanche razoável neste intervalo e precisará escoler bem novas peças que melhorem ainda mais a qualidade do plantel avionário, principalmente no setor de criação e para suprir o desfalque do craque Luquinhas – a peça mais certa de ser negociada.

O Candangão 2013 pode não ter sido o campeonato dos sonhos de toda a turma que o acompanhou, mas não tem como negar a evolução que se observou em comparação com a edição de 2012. Agora que o Estádio Nacional Mané Garrincha está inaugurado e a cidade se vê às voltas com a recepção de uma Copa do Mundo em suas terras é chegada a hora de os clubes se prepararem adequadamente para se aproveitar das oportunidades que se avizinham para chegar à visibilidade que fará com que o futebol da cidade seja catapultado para patamares nunca antes imaginados, mas que nunca foram tão tangíveis como agora.

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Brasiliense x Brasília: Jacaré comemora no novo Mané Garrincha

Por Rodrigo Nunes (Clube do Esporte DF)

Brasiliense BrasiliaA estreia do novíssimo Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha abrilhantou a decisão do conturbado Campeonato Candango 2013. Brasília e Brasiliense tiveram a honra de disputar a partida e de fazer parte da reinauguração da arena. As duas equipes não decepcionaram o público que acompanhou o jogo das arquibancadas e fizeram um espetáculo movimentado com chances de gols, muita vontade e comemoração pela conquista.

O primeiro time a comemorar no estádio da abertura da Copa das Confederações foi o Brasiliense, que deu um chocolate para cima do Brasília e venceu por 3 a 0.  O destaque da final foi Romarinho, filho do tetracampeão mundial Romário, que deu o passe para o segundo gol e marcou o terceiro da partida, o do título, aos 47 minutos do segundo tempo.

Com a conquista, o Jacaré do Papo Amarelo chegou ao oitavo título candango da história do clube e agora se iguala ao Brasília como o segundo maior campeão local, atrás apenas do Gama, com 10 títulos.

O Jogo
O Brasília precisava tirar a vantagem do Brasiliense e começou a partida partindo para cima do adversário. Porém, a vantagem na posse de bola não se traduziu em chances de gol, tanto que o primeiro chute na meta do goleiro Welder foi aos 17 minutos e foi fraco, sem muito perigo.
Aos 20, a pressão aumentou e o atacante Luquinhas teve a chance de abrir o placar em um chute forte de fora, obrigando Welder a fazer grande defesa. Mas a partir desse lance, o Brasiliense acordou e passou a tomar conta do jogo.

Em seguida, o lateral Bocão quase abriu o placar em jogada individual, mas acabou sendo travado pela zaga que jogou a bola para escanteio. Aos 35, Washington cavou falta  na entrada da área. Na cobrança, Baiano chutou na barreira, mas na sequência, Iranildo sofreu outra falta, cobrando sem sucesso.

E quando as duas equipes cadenciavam o confronto e o primeiro tempo se encaminhava para um fim melancólico e sem graça, a arbitragem resolveu marcar presença na festa. Aos 40, Everton driblou o goleiro Marcão e Bocão chutou para o gol, abrindo o marcador. Só que o bandeirinha José Reinaldo anulou o lance. A marcação do auxiliar causou a ira do técnico Marcio Fernandes, que invadiu o campo para tirar satisfações e precisou ser contido pelos jogadores e seguranças. Fernandes foi expulso e saiu de campo, debaixo de muitas vaias.

Dois minutos depois foi a vez do Brasília ter um gol anulado. O atacante Giba aproveitou cobrança de falta e subiu em posição irregular para testar para o fundo das redes.

A segunda etapa começou junto com a festa do Brasiliense. Logo aos cinco minutos, o lateral Bocão, de tanto insistir, teve a honra de ser o primeiro jogador a marcar no novo Mané Garrincha. Após linda troca de passes com Everton, o lateral invadiu a área e bateu cruzado, sem chances para Marcão.

Dez minutos depois a pressão continuou e Iranildo fez grande jogada, para chutar em cima da marcação. Um minuto depois, foi a vez de Peninha acertar a trave em chute cruzado. O Brasília não se achava mais em campo e acabou se entregando ao adversário, sem conseguir levar perigo ao gol do Welder.

A partida ganhou ainda mais emoção e domínio do Jacaré quando Romarinho entrou no lugar de Giso. O filho do tetracampeão mundial foi o responsável por toda a jogada do segundo gol da partida. Aos 25, após linda jogada individual, com direito a se livrar de três marcadores, Romarinho serviu o artilheiro Washington, que só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes.

A consagração
Com o título garantido, o Brasiliense passou a viver do contra-ataque. Aos 47, veio a consagração de Romarinho, que aproveitou vacilo da zaga para marcar o gol do primeiro título conquistado, dentro do novo Mané Garrincha e oitavo da curta história do Brasiliense, que agora é o segundo maior campeão local, ao lado do Brasília.

Ao final da partida Romarinho celebrou a conquista e a atuação de gala. “Estou muito feliz por ter feito esse gol tão importante. Eu tenho certeza que um dia vou conseguir ser titular dessa equipe, mas enquanto isso não acontece vou continuar trabalhando para ajudar meus companheiros a conseguir mais feitos como esse”, comemora.

BrasilienseBrasiliense 3: Welder, Bocão, Fábio Braz, Luan e Jefferson. Baiano, Júlio Bastos, Iranildo (Peninha) e Everton (Luis Augusto). Giso (Romarinho) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.

BrasiliaBrasília 0: Markão, Bruno Paraíba (Matozinho), Miltão, Danilo e Kaká. Marciel, Alison (Paulinho), Valdeir (Júnior) e Vitinha. Luquinhas e Giba. Técnico: Gauchinho.

Árbitro: Rodrigo Raposo.
Auxiliares: José Reinaldo e Carlos Emanuel.

Público e renda: Não divulgados.

Cartões amarelos: Welder, Fábio Braz e Baiano (BSE). Miltão, Danilo, Luquinhas, Giba e Vitinha (BSB).

Baixe o papel de parede do Campeão Brasiliense de 2013, o Brasiliense Futebol Clube. Clique com o botão direito em cima da imagem e vá em “salvar imagem como”.

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Candangão 2013: Enfim, a grande festa

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A primeira partida da grande decisão do Campeonato Candango de 2013 se encaminhava para um empate modorrento quando dois jogadores do Brasiliense promoveram uma jogada decisiva: Elivelto avançou pela esquerda e achou Baiano sozinho, sem marcação alguma, vindo pela intermediária.  O meia cruzou para o volante cabecear a bola no canto direito, sem chance para Marcão, goleiro do Brasília.

Este gol definiu o placar da partida de ida entre Brasiliense e Brasília e deu uma boa vantagem ao Jacaré para levantar a taça no próximo dia 18: pode perder por até um gol de diferença que levanta a taça.

Quem acompanhou a jogada pelas rádios testemunhou um Baiano extremamente emocionado junto aos microfones na hora de comemorar seu tento. Mal sabiam eles o que o volante havia passado na semana que antecedeu sua entrada no gramado do estádio Serejão.

Explica-se: o jogador está com dois irmãos internados em UTI em Santos e por conta disso considerava estar sem condições psicológicas para o jogo decisivo. Foi convencido pelo técnico Márcio Fernandes a enfrentar as dificuldades e entrar em campo. Foi recompensado com o gol que permitiu a vitória e a ampliação da vantagem para o Jacaré.

O placar foi construído nos mesmos moldes das últimas partidas, com o Brasiliense suportando pressão do início ao fim e se utilizando de contra-ataques para se aproveitar da primeira brecha que o adversário abre para ser explorada. Baiano correu pela intermediária até quase chegar na área sem ser acompanhado por nenhum marcador, assim a brecha apareceu e seu trabalho de conclusão da jogada não teve nenhum obstáculo.

O técnico colorado Gauchinho demonstrou estar ciente das circunstâncias em que se deu o gol tomado por seus comandados e prometeu trabalhar para que o erro não se repita. Posto o que o elenco avionário apresentou ao longo do campeonato há motivos para acreditar no ajuste do time, e justamente por isso o Jacaré não pode se acomodar como fez muitas vezes no campeonato achando que está tudo decidido.

O que mudou com relação às outras decisões que o Brasiliense enfrentou na Taça Mané Garrincha foi o adversário, assim como a qualidade do mesmo. O Brasília tem grande poder ofensivo e sabe como poucos explorar as laterais, e se ajustar o setor de criação pode reverter a vantagem facilmente.

Posto isso aparentemente está tudo pronto para que os dois clubes inaugurem o novo Estádio Nacional Mané Garrincha no dia 18 e, independente do resultado, encerrem o Candangão 2013 com chave de ouro. O título pode ainda não estar garantido para o Brasiliense, mas já está bem encaminhado. Certeza que no próximo sábado teremos um belo espetáculo da bola.

E para abrilhantar esta festa do futebol nada mais justo que se permita a entrada daqueles que foram os maiores heróis deste campeonato: os torcedores. Foram eles que estavam sentados no cimento frio tomando sol e chuva na moleira nos confrontos mais duros (de jogar e de se assistir). Foram eles que acreditaram no potencial dos clubes enquanto ouvia amigos e parentes torcedores de Flamengos e Corinthians da vida achincalharem o torneio local.

Era mais do que esperado que do nada surgisse gente de todo canto interessada na partida, e que esse povo na verdade quer mais é conhecer o estádio independente de quem esteja jogando, isso não há como controlar. O que não dá para aceitar é que a decisão de um torneio oficial e profissional se converta em um amistoso privado de luxo. Os operários merecem ser homenageados sim, mas não é justo que seja às custas do torcedor local.

Esperamos que a festa que acreditamos que irá dar um desfecho digno ao campeonato deste ano seja uma festa completa, com show dos jogadores em campo e da torcida nas arquibancadas, para que fique claro que o novo estádio pertence, acima de tudo, ao futebol do Distrito Federal.

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Brasília x Brasiliense: Jacaré larga na frente

Por Pedro Borges (Clube do Esporte DF)

Brasilia BrasilienseAumentando sua vantagem na disputa pelo título do campeonato candango, o Brasiliense venceu por 1 a 0 a equipe do Brasília, neste sábado (11), no estádio Serejão, e agora pode perder o segundo jogo da final por um gol de diferença que ainda assim será campeão.

O Brasília terá a difícil missão no próximo sábado (18), no Estádio Nacional Mané Garrincha, de vencer por dois gols de diferença para erguer o caneco.

Foto: Guilherme Macedo/Agência Clube do Esporte DF

A partida começou equilibrada, com as duas equipes querendo abrir o marcador. Logo no primeiro minuto, o Brasiliense assustou em cobrança de falta do lateral-esquerdo, que o goleiro Marcão espalmou. O Brasília demorou a responder e, só aos seis minutos, chegou ao gol do Jacaré, Luquinhas fez linda jogada pela esquerda, deixou dois marcadores para trás e cruzou para dentro da área com muito veneno, mas não havia ninguém para empurrar a bola para as redes.

Durante todo o primeiro tempo, o Jacaré apostou nas bolas paradas como arma para chegar ao gol e, de fato, em vários momentos, esteve perto de fazer o primeiro gol. Já o Colorado tinha suas melhores chances de gol nos pés de Luquinhas e de Daniel, que tentavam, mas esbarravam na defesa composta por Fábio Braz e Luan.

O lance de maior perigo no primeiro tempo foi protagonizado por Paulinho, que tinha acabado de entrar no lugar de Giba – que saiu machucado -. Aos 46, em seu primeiro toque na bola, mandou uma bomba de fora da área que explodiu na trave do goleiro Welder.

Foto: Guilherme Macedo/Agência Clube do Esporte DF

O segundo tempo foi mais emocionante, com mais objetividade das duas equipes. Mais uma vez, no primeiro minuto, o Jacaré chega assustando. Em jogada de Giso, Luiz Augusto bateu para o gol mas a bola foi para fora. O Brasília, assim como no primeiro tempo, apostava suas fichas nas boas jogadas do jovem Luquinhas.

Aos 18 minutos, Giso invade a grande área e rola para Baiano. Ele chuta, mas o goleiro Marcão sai abafando e faz grande defesa. No minuto seguinte, o Colorado respondeu com Paulinho, quee bate de canhota no canto, mas o goleiro Welder defende com tranquilidade.

Nessa altura da partida, as duas equipes estavam tentando o gol e o jogo ganhou muita emoção. Aos 20, Washington sai na cara do gol e chuta para fora, perdendo chance clara de abrir o placar. O gol do Jacaré parecia estar mais perto.

E aos 22 minutos, de tanto tentar, a rede balançou. Depois de boa jogada pela esquerda do meia Elivelto – que havia acabado de entrar -, Baiano recebeu cruzamento área e cabeceou livre para marcar um belo gol para o Jacaré e correr para os braços da torcida.

Foto: Guilherme Macedo/Agência Clube do Esporte DF

O Brasília não se acuou com o gol e, quatro minutos depois, Luquinhas recebe lindo passe de Paulinho, ginga dentro da área mas acabou chutando de canhota pra fora. Aos 30, mais uma vez o Colorado teve chance de abrir o placar nos pés de Luquinhas, que recebeu grande passe de Waldeir dentro da área e chutou fraco, para fácil defesa do goleiro do Jacaré.

A partir daí, o jogo esfriou e o Brasiliense apenas administrou o tempo, para sair de Taguatinga com o resultado de 1 a 0 e levar a vantagem para a grande decisão.

O segundo jogo acontece no dia 18, às 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, com transmissão da Rádio Esportes Brasília.

BrasiliaBrasília 0: Marcão, Bruno Paraíba, Miltão, Danilo e Breno. Pedro Ayub, Marciel, Valdeir (Matozinho) e Daniel (Vitinha). Luquinhas e Giba (Paulinho). Técnico: Gauchinho.

BrasilienseBrasiliense 1: Welder, Bocão, Fábio Braz, Luan e Jefferson. Baiano, Júlio Bastos, Peninha (Luis Augusto) e Ewerton. Giso (Elivelto) e Washington (Romarinho). Técnico: Márcio Fernandes.

Árbitro: Sávio Sampaio.
Auxiliares: Ciro Chaban e Daniel Henrique.

Público: 1.956 pagantes.
Renda: R$ 12.480,00

Cartões amarelos:
Miltão, Marciel e Valdeir (BRA)
Bocão, Fábio Braz, Júlio Bastos, Everton, Elivelto e Romarinho (BSE)

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Brasília x Brasiliense: Ingressos para o primeiro jogo da final

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A diretoria do Brasília divulgou o preço dos ingressos para o jogo de ida entre Brasília e Brasiliense neste sábado, às 16h, no estádio Serejão em Taguatinga.

Arquibancadas:
R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Cadeiras:
R$ 20 (inteira) e R$ 5 (meia)

Por meio da fanpage do clube, o Brasília divulgou uma promoção para seus torcedores: quem for ao estádio vestindo vermelho ou vermelho e branco ganha o ingresso de graça. Mas atenção! É importante chegar antes das 15h30 para poder usufruir da promoção.

Maiores informações entrem em contato com Eder Freitas, o telefone é 8631-5919.

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As camisas do Candangão 2013

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Este é um pequeno raio-x dos mantos ostentados pelos jogadores do Campeonato Candango de 2013, analisando com detalhes o que cada clube e seus fornecedores trouxeram a campo este ano.

O Candangão 2013, 38ª edição da era profissional, contou com doze clubes, que vestem os seguintes fabricantes:

Botafogo-DF → Líder Sport
Brasília → Mallui
Brasiliense → Mazza
Brazlândia → Mazza
Capital → Super Bolla
Ceilandense → Super Bolla
Ceilândia → Super Bolla
Gama → Super Bolla
Legião → Umbro*
Luziânia → Super Bolla
Sobradinho → Super Bolla
Unaí → Camisaria Martins

Percebe-se um domínio da Super Bolla que fornece material para metade dos clubes do certame. Os demais optaram por marcas locais ou por comprar kits prontos.

Brasiliense e Ceilândia ainda usam a coleção do ano passado. Já os demais clubes que vestem Super Bolla já contam com uma coleção 2013, com destaques para Gama e Sobradinho.

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Botafogo-DF
Em todos os jogos da Taça JK utilizou seu uniforme nº 1, listrado alvinegro e espaço preto nas costas para patrocínio e numeração. Na Taça Mané Garrincha jogou também com o uniforme reserva, branco com faixa preta horizontal na altura do peito. Na foto, o atacante Keké no jogo contra o Brasília.
Botafogo

Brasília
Manteve o fornecimento com a Mallui e hoje é o único clube na divisão principal a utilizar a marca de Taguatinga. Mudou de escudo pela sétima vez. Na foto o volante Marciel utiliza a camisa nº 1 contra o Botafogo-DF, sendo a camisa reserva toda branca (com inversão de cores no template).
Marciel - zagueiro do Brasília

Brasiliense
O clube de Taguatinga paga uma quantia a mais à Mazza para não colocar a marca da fabricante no uniforme. Usa a já tradicional camisa amarela com a cruz branca (vestida aqui pelo volante Baiano no clássico contra o Gama) pelo sexto ano, invertendo as cores na camisa reserva.

Este ano lançou uma terceira camisa verde(!) com a cruz amarela. A torcida ficou na bronca com a diretoria pelo fato do verde ser a cor do rival Gama (apesar de também haver verde nas cores do Brasiliense) e para pi0rar a situação a camisa caiu na maldição da “zica da terceira camisa”, pois no único jogo em que usou a camisa verde o Jacaré sofreu sua única derrota na fase de grupos do campeonato (2 a 0 para o Brasília).
Baiano - volante do Brasiliense

Brazlândia
Também veste Mazza. A fabricante de Sobradinho fez o básico para a tradicional camisa triangular do Tricolor da Chapadinha, invertendo o azul e branco na camisa reserva. Aqui, o volante Thiago na partida contra o Capital.
Thiago - Volante do Brazlândia

Capital
A diretoria do Corujão tem projetos ousados para o clube, mas para o uniforme optou por um template básico semelhante à camisa do Grêmio. A camisa reserva é branca com faixa celeste na altura do peito. Na foto, o atacante Formiga no jogo contra o Luziânia. Na Taça Mané Garrincha voltou a usar seu tradicional uniforme celeste, incrementado com uma faixa branca na altura do peito.
Capital

Ceilandense
A primeira coisa que merece destaque é que o clube voltou a ser tricolor (virou rubronegro enquanto durou a parceria com o Atlético-GO). Durante a Taça JK jogou com um padrão provisório da Super Bolla e inseriu o escudo conforme pode se ver na camisa do volante Mailon utilizada contra o Sobradinho.

Na Taça Mané Garrincha estreou seu uniforme definitivo, tricolor com faixas verticais. O goleiro Edson jogou com o uniforme reserva durante todo o returno.
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Ceilândia
Jogou com os mesmos padrões do ano passado, adicionando uma segunda estrela dourada ao escudo e o símbolo da FBF no meio (por ser o atual campeão candango). Aqui a camisa nº 2 utilizada pelo meia Guilherme. A camisa nº 1 é branca com finas e bem separadas listras cinzas na horizontal.
Guilherme - meia do Ceilândia

Gama
Conforme já falado em post do site Minhas Camisas, o Periquito optou pelo simples. Notem as listras diagonais na camisa nº 1 usada pelo atacante Léo contra o Brasiliense. Na camisa nº 2, branca, as listras são verdes.
Léo - atacante do Gama

Legião
O time dos roqueiros usou um kit da Umbro com camisas laranjas bem vivas (aqui vestida pelo meia Thiago Catarinense) enquanto não fecha com um fornecedor. O uniforme reserva é todo branco.
Thiago Catarinense - meia do Legião

Luziânia
Também optou pelo tradicional. Na foto, o meia Ewerson usa o uniforme nº 2 contra o Capital (que usa o mesmo template para sua camisa nº 2, com pequenas variações). A camisa nº 1 é um listrado celeste e branco à la Paysandu.
Ewerson - meia do Luziânia

Sobradinho
Intensificou a parceria com o UniCEUB inclusive dando mais destaque na camisa ao centro universitário, na expectativa de obter o mesmo sucesso (e a mesma simpatia de torcedores) que o time de basquete da mesma faculdade. Esta é a camisa nº 2 vestida pelo atacante Edicarlos no jogo contra o Ceilândia. A camisa nº 1 é listrada em alvinegro na horizontal.
Edicarlos - atacante do Sobradinho

Unaí
O uniforme é fabricado pela Camisaria Martins, localizada na cidade mineira homônima. Usa um template simples e sua camisa nº 2 é toda branca. Na foto, o atacante Hendrich.
Hendrich - atacante do Unaí